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O VENTO PELA FECHADURA [STEPHEN KING]

o-vento-pela-fechaduraLivro: O Vento Pela Fechadura
Série: A Torre Negra
Autor: Stephen King
Páginas: 283
Gênero: Literatura Estrangeira, Ficção, Fantasia
Editora: Suma de Letras
Avaliação:

SINOPSE

 

 

 

 

 

 

 

Em “O vento pela fechadura”, Stephen King retorna ao Mundo Médio, cenário da “A Torre Negra”. O novo livro encaixa mais uma peça no vasto quebra- cabeças que cerca a saga, oferecendo lendas e histórias fantásticas de Gilead, ao mesmo tempo em que investiga o passado doloroso do pistoleiro Roland Deschain. No meio do caminho entre o Palácio Verde e Calla, o pistoleiro Roland Deschain e seu ka-tet — Jake, Susannah, Eddie e Oi, o trapalhão — são obrigados a acampar numa cidade fantasma. Caso contrário, seriam congelados com a chegada súbita e mortal de uma borrasca, tempestade única ao Mundo Médio. Para afastar o tédio da espera, Roland distrai o grupo com uma história de seu passado. Porém, no centro dessa lembrança, o jovem Roland, do passado, também narra uma fábula de sua infância, registrada em seu livro favorito: “O vento pela fechadura”. A lenda do menino Tim e suas aventuras em busca do mago Merlyn acabam revelando muitas verdades sobre Gilead, o Mundo Médio e o Pistoleiro.

 

EU LI

 

 

 

 

 

 

 

Para aqueles que não sabem, “O Vento Pela Fechadura” é uma especie de Bonus do DVD, da série “A Torre Negra”, que – eu já disse isso antes, vou dizer de novo, e provavelmente, não pela ultimas vez – é um das minhas séries favoritas, de todos os tempos! E eu estava super ansiosa para lê-lo. Tanto que apressei a leitura do livro que já tinha começado, antes de ganhar este. Mas eu fiquei um pouquinho decepcionada, porque (só para variar) não li a sinopse, e achei que fosse passar um pouco mais de tempo com o Roland e companhia… O que não aconteceu. Certo, o Pequeno Gafanhoto, Roland, estava lá uma boa parte do tempo, mas para o resto do ka-tet do 19, foi praticamente um “Senta Que Lá Vem a História”.  Mal deu para matar a saudades… Mas tudo bem! Vou parar de mimimi, o livro é MUITO bom, eu A-DO-RE-I as duas estorias que o Roland conta! A primeira é um mistério sangrento, e a segunda é uma aventura cheia de magia, dois dos meus gêneros favoritos no mesmo livro, obrigada! Mas este não é um livro de contos, só para deixar bem claro. É algo como a estoria, dentro da estoria, dentro da estoria… exatamente assim. Parece confuso, mas não é. Roland e seu grupo, ficam presos em uma tempestade e para passar o tempo o pistoleiro conta uma história de quando ele era jovem e foi mandado para ajudar uma cidadezinha que estava sofrendo ataques terríveis de um Trocapeles – uma criatura capaz de se transformar em qualquer tipo de animal. Lá ele conhece um garotinho, a quem ele conta uma das estorias do seu livro de infância favorito, chamado: “O Vento Pela Fechadura”. E ai esta: a estoria, dentro da estoria, dentro da estoria. Deu para entender? Espero que sim…

A parte do Trocapeles (o mistério sangrento), se passa em uma cidadezinha do Baronato, que fica lá onde o Diabo perdeu as botas, para onde o Roland, com seu amigo Jamie (que é citado nos outros livros, mas nunca tinha realmente aparecido), é enviado, porque tem uma criatura lá, literalmente, se banqueteando com os moradores do lugar, o tal do Trocapeles, que pode se transformar em qualquer tipo de animal e, em proporções gigantescas. Dá para imaginar que é muito sangue, né? Tem um tiozinho, que morre de um jeito… achei muito tri e trash ao mesmo tempo, pena que não da para contar mais do que isso…

Mas o destaque vai para a estoria que da nome ao livro: “O Vento Pela Fechadura”, que é um infanto-juvenil! – E é claro que eu adorei, porque eu tenho uma coisa por infanto-juvenil, sempre a sessão mais fácil de me achar nas livrarias. – O que faz todo o sentido, já que este é um conto tirado de um livro que a mãe do Roland lia para ele, quando pequeno. – Bem que o sai King podia lançar o livro todo, eu não ficaria triste – Esta é a historia de Tim, e aconteceu antes de o avô do seu avô nascer, em outra cidadezinha nos cafundós do Baronato (porque, aparentemente as coisas só acontecem lá), as margens de uma floresta, onde ninguém é maluco de entrar, porque ela é super perigosa, com direito a dragões e uns bichos bem nojentos, que só existem lá mesmo, e um povos meio esquisitos. E por isso tudo, nenhuma surpresa quando o Tim vai parar lá, porque ele acha que é onde fica a casa do grande mago Mearlyn, a quem ele pretende pedir um favor.

Para quem leu “A Torre Negra” tem uma coisinha aqui e outra ali, no conto do Tim, sobre Marten Broadcloak, que não fazem diferença na estoria geral, e pelo menos uma eu gostei de saber, mas não posso falar sobre isso sem dar spoiler – o que é meio irritante as vezes… Mas posso dizer que, provavelmente, vou ser a unica empolgada com isso, não é grandes coisas.

Já aqueles que não leram a série  “A Torre Negra” (estão esperando o que?)  “O Vento Pela Fechadura” não é um livro proibido, porque vocês não vão ficar perdidos, mas eu realmente não sei porque alguém iria querer começar pelo meio…

 

PLAYLIST

 

 

 

 

 

 

 

Eu tenho uma playlist para toda a saga de “A Torre Negra” com musicas que fazem parte da estoria dos livros e, por isso, ela não é muito longa, mas faz toda a diferença.

 

A TORRE NEGRA [OUÇA AQUI]

 

TORRE NEGRA1.Paint It Black – The Rolling Stones
2.Someone Saved My Life Tonight – Elton John
3.Hey Jude – The Beatles
4.Velcro Fly – ZZ Top
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2 comentários em “O VENTO PELA FECHADURA [STEPHEN KING]

  1. Estas historinhas me lembraram aquele livro que eh um conto de fadas do king,os olhos do dragao,se n me engano no titulo,ele escreveu p filha dele,me parece ser o mesmo feeling. Tambem me atraio p infanto juvenis apesar de n ter lido nenhum depois de adulta. Queria Desventuras em serie e os da Flavia de Luce… Mas fiquei curiosa c uma coisa,tu eh gaucha? P causa da expressao “nt tri” hehe bj

    • Eu comprei “Os Olhos do Dragão” Mês passado mas ainda não li. Se ele for como “O Vento Pela Fechadura” tem uma chance boa de furar a fila das minhas leituras…

      “Desventuras em Série” é muito bom! Eu fui só até o 2º livro, mas posso dizer que é divertidíssimo.

      Yep! Eu sou gaucha. O “tri” sempre me entrega…

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